Ao relatar as particularidades da minha escola e como é feita a investigação quando se desconfia que alguma criança pode ter algum tipo de necessidade especiais, tanto na escola quanto no CRAE é feitas entrevistas para saber se há necessidades de atendimento, se os pais devem procurar profissionais para o acompanhamento da criança, até porque para ter um acompanhamento de uma professora para o aluno necessitamos de um laudo.
Mas o que tenho pra relatar é que ao fazer o dossiê lembrei de um menino do maternal I, que vinham relatando um comportamento estranho, ele era muito arredio, não se relacionava com os colegas, muitas vezes, todos envolvidos com uma atividade e ele lá sentado passível a o que acontecia, foi chamada a mãe na escola, relatamos o que vinha acontecendo, da diferença e como de praxe foi encaminhado ao CRAE, a mãe muito atenciosa disse que iria levar e agradeceu.
Desde esse dia o aluno começou a frequentar pouco a escola e logo parou de ir, perguntei a uma outra mãe se ela sabia o que estava acontecendo e ela me disse que eles iriam se mudar.
Resumindo eles não se mudaram, a mãe não levou mais para a escola pra não ter que levar no CRAE, ela não gostou do alerta da escola. Sabemos que ele tem algum problema, e que se fosse diagnosticado ele não teria prejuízos futuros mas a mãe não quis procurar ajuda. Não a condeno pois não é uma situação fácil, mas um dia ela será chamada novamente na escola e iram questioná-la novamente.
domingo, 1 de outubro de 2017
segunda-feira, 11 de setembro de 2017
"Menina bonita do laço de fita"
Trabalhar com os alunos as diferenças raciais requer sensibilidade para mostrar ao mesmo tempo que não devemos excluir ninguém, por sua diferença e ao mesmo tempo ensinar que todos somos iguais e todos tem o mesmo direito.
Na atividade com a história, percebi que as crianças estão mais receptivas a essas diferenças, lembro que alguns anos quando trabalhei com alunos em outra escola a mesma história eles riram da boneca.
Entendi o quanto foi importante e é importante ainda trabalhar as diferenças com as crianças.
Também não posso deixar de registrar um fato que aconteceu na escola, temos um menino negro no berço, é a criança mais fofa se parece muito com meu sobrinho quando bebê. Esses dias uma criança do maternal 1 entrou no berçário com a professora e o menino veio próximo a ela, essa menina chamou de feio, disse que era para ele sair de perto, a professora a repreendeu, ficamos todas sem ação, como uma menina da idade dela poderia ter uma atitude tão agressiva. Penso que essa atitude pode ser pela convivência com os adultos porque criança não nasce racista.
Na atividade com a história, percebi que as crianças estão mais receptivas a essas diferenças, lembro que alguns anos quando trabalhei com alunos em outra escola a mesma história eles riram da boneca.
Entendi o quanto foi importante e é importante ainda trabalhar as diferenças com as crianças.
Também não posso deixar de registrar um fato que aconteceu na escola, temos um menino negro no berço, é a criança mais fofa se parece muito com meu sobrinho quando bebê. Esses dias uma criança do maternal 1 entrou no berçário com a professora e o menino veio próximo a ela, essa menina chamou de feio, disse que era para ele sair de perto, a professora a repreendeu, ficamos todas sem ação, como uma menina da idade dela poderia ter uma atitude tão agressiva. Penso que essa atitude pode ser pela convivência com os adultos porque criança não nasce racista.
Essa foto é da turma do Pré-B depois de ter contado a história.
domingo, 3 de setembro de 2017
Educação de Pessoas com Necessidades Educacionais Especiais
Esse assunto me toca profundamente, Há um ano e quatro meses temos um novo membro na família, ela nasceu com Hidrocefalia, e de lá pra cá, transformou a vida de todos, mesmo com todos os problemas acarretados pela hidro, ela é a criança mais alegre que conheço.
Mostrou para nós o que é ser guerreira, pois já passou por duas cirurgias, para colocação da válvula e a troca da mesma. E ela continua sorrindo, não tem tempo ruim para ela, só fica brava quando negam doce.
Mas ela está muito bem, ela interage,e a cada conquista é uma festa, ontem a noite saiu um "vooovvó", ainda não sabemos até onde ela vai na aprendizagem, até porque não se tem ideia o quanto ela vai desenvolver, mas ela tem nos surpreendido.
A minha sobrinha Malú é de mais, é de se apaixonar .
Mostrou para nós o que é ser guerreira, pois já passou por duas cirurgias, para colocação da válvula e a troca da mesma. E ela continua sorrindo, não tem tempo ruim para ela, só fica brava quando negam doce.
Mas ela está muito bem, ela interage,e a cada conquista é uma festa, ontem a noite saiu um "vooovvó", ainda não sabemos até onde ela vai na aprendizagem, até porque não se tem ideia o quanto ela vai desenvolver, mas ela tem nos surpreendido.
A minha sobrinha Malú é de mais, é de se apaixonar .
Qual é a diferença em ser diferente?
Porque nos causa estranheza com o diferente? Essa pergunta me deixa muito inquieta pois por mais que seja natural sermos todos diferentes, isso nos afeta, para alguns é insuportável perceber ou conviver com essas diferenças.
Faz com que a intolerância aflore das formas mais diversas e perigosas, vai desde uma ofensa verbal a agressão física.
Faz com que a intolerância aflore das formas mais diversas e perigosas, vai desde uma ofensa verbal a agressão física.
sábado, 8 de julho de 2017
Projeto de aprendizagem conclusão
Foi um desafio chegar ao "fim" do projeto, não é um fim, ele desencadeou outros onde a professora titular quer dar andamento.
Trabalhar com P.A, modificou minhas atitudes diante minha prática, já estava em um estado de transformação, mas o PA, me trouxe confiança para trabalhar de forma onde o principal é o interesse, a curiosidade dos alunos.
Fazer com que os alunos continuem motivados ao longo do projeto é um desafio também, muitos assuntos povoam uma sala de aula e para continuar essa motivação ou pelo menos não deixar o assunto cair no esquecimento criei algumas estratégias.
Fomos até a biblioteca e pegar todas as histórias que falavam sobre neve, e dois dias da semana era feito a hora do conto com essas histórias. Com isso não foi deixado de lado nosso assunto.
Percebi que somos capazes de criar estratégias das mais diferentes para continuar o foco no trabalho, e com isso surgiu muitos outros assuntos ligados ao projeto que poderia se estender por mais tempo.
A baixo segue alguns dos livros utilizados para motivar meus alunos.
Trabalhar com P.A, modificou minhas atitudes diante minha prática, já estava em um estado de transformação, mas o PA, me trouxe confiança para trabalhar de forma onde o principal é o interesse, a curiosidade dos alunos.
Fazer com que os alunos continuem motivados ao longo do projeto é um desafio também, muitos assuntos povoam uma sala de aula e para continuar essa motivação ou pelo menos não deixar o assunto cair no esquecimento criei algumas estratégias.
Fomos até a biblioteca e pegar todas as histórias que falavam sobre neve, e dois dias da semana era feito a hora do conto com essas histórias. Com isso não foi deixado de lado nosso assunto.
Percebi que somos capazes de criar estratégias das mais diferentes para continuar o foco no trabalho, e com isso surgiu muitos outros assuntos ligados ao projeto que poderia se estender por mais tempo.
A baixo segue alguns dos livros utilizados para motivar meus alunos.
Políticas Curriculares da Educação Infantil
Tendo alguns documentos que norteiam a educação infantil e o ensino fundamental, mostra bem a participação do MEC com os municípios.
Trazer um parâmetro comum faz com que possamos ter indicadores para trabalhar com as crianças de 0 à 6 anos.
A Base Nacional Comum Curricular, integra a educação básica e da uma identidade a educação infantil.
Temos um grade caminhos a percorrer até chegarmos a um equilíbrio em o que se refere "documentos x realidade", pois o que vemos ainda é um esteriótipo de assistencialismo, podemos dizer que a Base veio para corrigir essa visão.
Trazer um parâmetro comum faz com que possamos ter indicadores para trabalhar com as crianças de 0 à 6 anos.
A Base Nacional Comum Curricular, integra a educação básica e da uma identidade a educação infantil.
Temos um grade caminhos a percorrer até chegarmos a um equilíbrio em o que se refere "documentos x realidade", pois o que vemos ainda é um esteriótipo de assistencialismo, podemos dizer que a Base veio para corrigir essa visão.
sexta-feira, 7 de julho de 2017
Avaliacão
Peso que avaliar é um dos momentos mais difíceis para um professor, nesse momento ele deve se perguntar se a "nota" é realmente o que o aluno sabe sobre o assunto ensinado. A nota é um instrumento rígido, inflexível, que não comporta mais a prática avaliativa do momento em que vivemos.
A educação infantil é muito sábia em avaliar com parecer descritivo, pois faz com que aconteça de forma diária. A observação e reflexão do professor tende ser sensível, para perceber o máximo do processo de aprendizagem do aluno.
vejo isso na escola, quando um dos profissionais não consegue concluir um parecer, não é porque não sabe, mas são tantas reflexões que não se chega a conclusão de imediato.
A educação infantil é muito sábia em avaliar com parecer descritivo, pois faz com que aconteça de forma diária. A observação e reflexão do professor tende ser sensível, para perceber o máximo do processo de aprendizagem do aluno.
vejo isso na escola, quando um dos profissionais não consegue concluir um parecer, não é porque não sabe, mas são tantas reflexões que não se chega a conclusão de imediato.
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