domingo, 20 de março de 2016

Reflexão

Hoje não tenho medo de participar de conversas junto com minhas colegas, hoje sei que sou capaz de debater e expor minhas idéias sem medo de errar.
Como aprendi ao fazer a síntese do semestre, como não tinha percebido minha aprendizagem.
Ao fazer a síntese não precisei ler muitas vezes os conteúdos estudados ao longo do semestre, tudo que escrevi foi tão natural,sabia exatamente o que estava escrevendo e expondo.
Um dos conteúdos que mais me fez pensar foi étnico-racial, como não nos damos conta da exclusão que a mídia faz nas propagandas e estudando e lendo outros textos que falavam do mesmo assunto me recordei de uma situação  que acontece muito na escola "o lápis cor de pele"(lápis rosa), todos os alunos gastam todo o lápis pintando figuras humanas e mesmo eu quando pintei um painel para festa junina, precisei misturar as cores para chegar ao cor de pele.
Como somos direcionados a uma só cor de pele.
Sinto muito não estar em sala de aula neste semestre, queria poder trabalhar essas diferenças com as crianças.

    

sexta-feira, 18 de março de 2016

Recomeço

    Aprendi muito no semestre passado, muitas novidades, posso dizer que novidade me trazem um certo desconforto, até me adaptar, muitas vezes resisto a elas.
   E que semestre de novidades, foi uma briga comigo mesma, " desisto ou não", 
Agora já mais confortável, mais receptiva as novidades, espero um semestre com muitas novidades e desafios, e que tenhamos coragem de prosseguir na caminhada do conhecimento. 

sábado, 28 de novembro de 2015

Filmes

           Eu não tive tempo de olhar todos, mas procurei ler os resumos, e são muito bons os filmes, pois retratam diversos problemas enfrentados no cotidiano escolar, problemas sociais, financeiros e pessoais.
          Quando li Maquinaria Escolar, fui muito crítica em pensar que não mudamos muito  em relação a educação, mas numa aula do professor Crediné Meneses ele pontuou uma questão que até então não tinha me ocorrido.
         Que está mudando mas que não vai ser tudo ao mesmo tempo, nem todos gostam de mudanças, e que existem muitos professores, usando dos mais diversos métodos, não vamos ter uma educação igual em todo o País.
     

Infância

                                               Constituindo a criança
   Há uma preocupação em classificar a infância nos textos estudados, essas classificações caberiam em épocas, não consegui concretizar estes conceitos e classificações. No meu entendimento a infância é um estado ( ser criança) e também é uma fase. Temos nós adultos grande influencia sobre ela, mas em cotra partida ela exerce forte influencia sobre nós.
    A criança é um ser social, sim ela se socializa com todos, ser selvagem que precisa ser estudado sim, pois ainda muito pouco sabemos dela; Um ser natural sim, nada mais natural do que nascer e se desenvolver passando pela infância.
    A criança é a mesma em qualquer parte do mundo, para mim o que diferencia é a cultura de cada povo.
 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Infância étnico- racial

    Não tinha me dado conta que os livros infantis trazem tantas mensagens e foi surpreendente me esclarecer sobre esse assunto.
   É uma verdade que em casos de livros que trazem a questão da raça a explicação na maioria das vezes é dada por um adulto e muitas vezes com auxilio de um livro onde explica cientificamente porque somos diferentes, pretos e brancos.
   Um termo que chamou minha atenção foi " de cor" para negros  e " sem cor" para brancos, e as explicações dadas alem disso foram muito interessante.
   Gostei muito dessa leitura, eté porque sou "de cor", e acho que os adultos influenciam muito na construção do caráter das crianças.
    Eu sei que a criança não faz essa diferenciação, vejo isso entre eles, mas sim já presenciei crianças menores que meus alunos em conflito por causa dessa diferença que nós adultos colocamos a elas.    

Infância Soft

       Essa é a postagem favorita pois não há nada melhor do que falar de bebes, mas a mídia nos coloca uma imagem de bebê perfeito, loirinho, gordinho, com a pele lisinha e muito risonho.
       A o pensar neste post a imagem que veio a mim foi exatamente essa.
                 Poderíamos pensa que foi o acaso, uma coisa comum, mas e os outros bebes que não se encaixam nesse perfil não aparecem em propagandas.                                                                                    
Esses bebes não existem de acordo com a mídia, bebes comuns não vendem.
Trabalho numa escola de educação infantil, e a melhor parte do dia é a que eu passo no berçário, nem que seja 10 minutos ou para ajudar a dar almoço, ou pra acalmar um bebê que chora.                           
Então acho que as "marcas" deveriam usar sim bebes comuns para suas propagandas. 

Erotização infantil

A mídia tem explorado a criança em propagandas, utilizando um esteriótipo adulto e sexualizando a criança.
Essa exploração de propagandas usando crianças teve início na década de 50 e de lá pra cá a mídia descobriu nas crianças consumidores em potencial, mudando o modo de atender os clientes em shopping e mercados.                                                                                                                           
Tudo isso trouxe uma nova imagem de criança produzida pela mídia. Mostrando a nós como temos que vesti-los, cuidar do corpo, e até as diferenças de gênero.
Na escola vejo muito nas brincadeiras principalmente entre as meninas, já usam maquiagem e um salto alto discreto. Na hora da brincadeira ficam em grupo escovando o cabelo e se maquiando.