sábado, 28 de novembro de 2015

Filmes

           Eu não tive tempo de olhar todos, mas procurei ler os resumos, e são muito bons os filmes, pois retratam diversos problemas enfrentados no cotidiano escolar, problemas sociais, financeiros e pessoais.
          Quando li Maquinaria Escolar, fui muito crítica em pensar que não mudamos muito  em relação a educação, mas numa aula do professor Crediné Meneses ele pontuou uma questão que até então não tinha me ocorrido.
         Que está mudando mas que não vai ser tudo ao mesmo tempo, nem todos gostam de mudanças, e que existem muitos professores, usando dos mais diversos métodos, não vamos ter uma educação igual em todo o País.
     

Infância

                                               Constituindo a criança
   Há uma preocupação em classificar a infância nos textos estudados, essas classificações caberiam em épocas, não consegui concretizar estes conceitos e classificações. No meu entendimento a infância é um estado ( ser criança) e também é uma fase. Temos nós adultos grande influencia sobre ela, mas em cotra partida ela exerce forte influencia sobre nós.
    A criança é um ser social, sim ela se socializa com todos, ser selvagem que precisa ser estudado sim, pois ainda muito pouco sabemos dela; Um ser natural sim, nada mais natural do que nascer e se desenvolver passando pela infância.
    A criança é a mesma em qualquer parte do mundo, para mim o que diferencia é a cultura de cada povo.
 

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Infância étnico- racial

    Não tinha me dado conta que os livros infantis trazem tantas mensagens e foi surpreendente me esclarecer sobre esse assunto.
   É uma verdade que em casos de livros que trazem a questão da raça a explicação na maioria das vezes é dada por um adulto e muitas vezes com auxilio de um livro onde explica cientificamente porque somos diferentes, pretos e brancos.
   Um termo que chamou minha atenção foi " de cor" para negros  e " sem cor" para brancos, e as explicações dadas alem disso foram muito interessante.
   Gostei muito dessa leitura, eté porque sou "de cor", e acho que os adultos influenciam muito na construção do caráter das crianças.
    Eu sei que a criança não faz essa diferenciação, vejo isso entre eles, mas sim já presenciei crianças menores que meus alunos em conflito por causa dessa diferença que nós adultos colocamos a elas.    

Infância Soft

       Essa é a postagem favorita pois não há nada melhor do que falar de bebes, mas a mídia nos coloca uma imagem de bebê perfeito, loirinho, gordinho, com a pele lisinha e muito risonho.
       A o pensar neste post a imagem que veio a mim foi exatamente essa.
                 Poderíamos pensa que foi o acaso, uma coisa comum, mas e os outros bebes que não se encaixam nesse perfil não aparecem em propagandas.                                                                                    
Esses bebes não existem de acordo com a mídia, bebes comuns não vendem.
Trabalho numa escola de educação infantil, e a melhor parte do dia é a que eu passo no berçário, nem que seja 10 minutos ou para ajudar a dar almoço, ou pra acalmar um bebê que chora.                           
Então acho que as "marcas" deveriam usar sim bebes comuns para suas propagandas. 

Erotização infantil

A mídia tem explorado a criança em propagandas, utilizando um esteriótipo adulto e sexualizando a criança.
Essa exploração de propagandas usando crianças teve início na década de 50 e de lá pra cá a mídia descobriu nas crianças consumidores em potencial, mudando o modo de atender os clientes em shopping e mercados.                                                                                                                           
Tudo isso trouxe uma nova imagem de criança produzida pela mídia. Mostrando a nós como temos que vesti-los, cuidar do corpo, e até as diferenças de gênero.
Na escola vejo muito nas brincadeiras principalmente entre as meninas, já usam maquiagem e um salto alto discreto. Na hora da brincadeira ficam em grupo escovando o cabelo e se maquiando.


Pré-B

     Percebo na turma em que trabalho alguns estão na fase de latência, principalmente as meninas, claro que nem todas é perceptível, mas quando fazem a brincadeira:
            "Prô! O João disse que a Joana é bonita!"
   Todos riem e os envolvidos ficam chateados e envergonhados, e quem fez a brincadeira cai na gargalhada.
   É recorrente todos brincam e choram por essa brincadeira que até então eu não sabia o motivo da insistência nassa brincadeira. Agora sei que eles estão na fase de latência e há adormecimento da sexualidade e essa brincadeira traz constrangimento aos envolvidos.
              "Prô! A Maria disse que é namorada do Murilo!"
   E lá vou eu resolver mais um conflito.  

Dificuldade na alfabetização.

Nós professores temos que ter consciência que nossos alunos estão em momentos diferentes de aprendizagem, alguns carregam uma bagagem enorme no que diz respeito a alfabetização, pois vivem em ambientes letrados e incentivadores deste conhecimento.
A exemplos em minha escola,  muitos alunos são de famílias humildes e só tem acesso a um ambiente letrado na escola.
  Outros que não frequentaram a escola nos outros anos, chegaram a pré-escola prontos, pois o acesso a esse ambiente letrado foi proporcionado pelos pais.
  Comparar esses dois grupos de alunos, requer atenção,que foi estimulado, muito bem, teve acesso a leitura em outros momentos e tem se desenvolvido sem maiores problemas com a alfabetização.
  Tenho dois alunos que quando estão assíduos na escola, ótimo, estão progredindo e por algum motivo as mães não trazem a escola por dois ou três dias, e há uma perda dessa continuidade enorme.
  Na escola há todo tipo de incentivo para o desenvolvimento do aluno e quando tem essa quebre na rotina os alunos passam por dificuldades em acompanhar a rotina e as atividades da escola, dificultando assim o desenvolvimento da alfabetização como tantos outros: como socialização e a adaptação ao ambiente escolar.