A amostra de vídeos explorou as diversidades encontradas pelas colegas ao longo da proposta de trabalho.
Desde a singela senhora que construiu sua vida vendendo pães de carroça até o misterioso Sambaqui, onde uma professora brincava quando criança.
Vimos que são pessoas de atitudes e hábitos diferentes do nossos, e que discutimos essas questões que para nossos olhares causam estranhamento, culturas que vão na contra mão nossa, dos nossos conceitos. O que dizer das mães que não gostam que seus filhos brinquem o hallowen, mas mandam seus filhos abraçarem o Papai Noel.
Mas o que fica desta amostra é que sim somos diferentes, e temos que respeitar a todos e suas culturas.
domingo, 12 de novembro de 2017
O que ensinar?
O STF, Superior Tribunal Federal, trouxe a tona uma questão importante e que trás uma preocupação pois, ao autorizar que as escolas priorizem o Ensino religioso de uma religião específica, faz com que haja uma disputa para qual religião será escolhida e deixa as outras religiões de fora do alcance dos alunos.
Ainda está em caráter de organização, pois cabe aos Estados e Municípios organizar as especificações necessárias para que no próximo ano se inicie o Ensino Religioso de forma confessional.
Podemos ver que de um modo político o STF, tentou contentar a todos, mas ficou claro que essa autorização tem dois lados.
Sabemos que o Ensino Religioso é facultativo, mas penso que como está sendo lecionado hoje, indo para um lado mais plural, faz com que os alunos optem pelo Ensino Religioso.
Ainda está em caráter de organização, pois cabe aos Estados e Municípios organizar as especificações necessárias para que no próximo ano se inicie o Ensino Religioso de forma confessional.
Podemos ver que de um modo político o STF, tentou contentar a todos, mas ficou claro que essa autorização tem dois lados.
Sabemos que o Ensino Religioso é facultativo, mas penso que como está sendo lecionado hoje, indo para um lado mais plural, faz com que os alunos optem pelo Ensino Religioso.
segunda-feira, 6 de novembro de 2017
Autismo?!
Falar de autismo, particularmente tenho muita dificuldade, pois não vivenciei essa experiência com alunos autista. Desde que iniciei meus trabalhos na educação infantil, sim tive tive preocupação em saber como perceber em uma turma um aluno com necessidades educacionais especiais, portanto mesmo antes começar o curso já sentia a necessidade de procurar informações sobre esse assunto.
Na aula de hoje ( 31/10), mesmo com minhas leituras " sem compromisso", fez com que mesmo não tendo alunos autistas ou ter tido esta experiência, me senti integrada ao assunto, mas também entendi que por mais que relatamos inúmeras experiências diferente, os alunos não seguem um padrão, o que torna esse olhar, para tentar no mínimo ajudar a família a procurar ajuda, se torna muito complexa.
Na aula de hoje ( 31/10), mesmo com minhas leituras " sem compromisso", fez com que mesmo não tendo alunos autistas ou ter tido esta experiência, me senti integrada ao assunto, mas também entendi que por mais que relatamos inúmeras experiências diferente, os alunos não seguem um padrão, o que torna esse olhar, para tentar no mínimo ajudar a família a procurar ajuda, se torna muito complexa.
domingo, 15 de outubro de 2017
Refletindo...
Ao completar o quadro com os Modelos Epistemológicos, tive dificuldade em me encaixar em algum deles. Depois de refletir muito percebi que sou um pouco de cada modelo. lembro de que no magistério estudamos sobre os modelos e meu professor nos colocou que cada um de nós deveria pegar para si o que cada um tem de bom e cuidar para não praticar o que tem de negativo.
Acho que acabei por me moldar entre eles um pouco de cada, quando uma turma requer mais disciplina um pouco mais de empirismo e quando é uma turma que inspira desafios construtivismo, e assim por diante, algo tão complexo e tão simples que parece fazer parte da essência, mas não somos instigados a procurar entender o que cada aluno precisa de nós para aprender.
Acho que acabei por me moldar entre eles um pouco de cada, quando uma turma requer mais disciplina um pouco mais de empirismo e quando é uma turma que inspira desafios construtivismo, e assim por diante, algo tão complexo e tão simples que parece fazer parte da essência, mas não somos instigados a procurar entender o que cada aluno precisa de nós para aprender.
quinta-feira, 12 de outubro de 2017
Culturas e opiniões
Trabalho na escola de educação infantil do meu bairro, quando iniciei era aproximadamente 60 crianças, hoje temos o dobro, devido ao surgimento de uma invasão irregular próximo a escola, com isso houve uma grande mudança em relação as características das crianças que eram atendidas pela escola. São criança vindas de outros lugares, em situação de vulnerabilidade social, de famílias desestruturadas, muitas não moram com os pais, e com isso também mudou o modo de tratar as crianças, hoje há uma preocupação em como conversar, sobre como podemos tratar pais e alunos.
Muitas vezes há um receio de chamar um responsável e conversar e a pessoa nos interpretar de forma equivocada. São pessoas com uma cultura diferente, muitas ficam pouco tempo e logo já vão em bora.
E fazendo a atividade de filosofia, me remeteu a esse problema que a escola vem enfrentando, são novos alunos com situações e cultura diferente da que tínhamos até bem pouco tempo na escola.
Muitas vezes há um receio de chamar um responsável e conversar e a pessoa nos interpretar de forma equivocada. São pessoas com uma cultura diferente, muitas ficam pouco tempo e logo já vão em bora.
E fazendo a atividade de filosofia, me remeteu a esse problema que a escola vem enfrentando, são novos alunos com situações e cultura diferente da que tínhamos até bem pouco tempo na escola.
domingo, 1 de outubro de 2017
Ética?
Quando penso em ética, primeiramente penso em como as pessoas me veem perante minhas atitudes, trago para minha sala de aula, para meus alunos como me veem.
Minhas atitudes como educadora irá refletir nos meus alunos, e cobro de minhas colegas atitudes que vão ajudar na construção da ética nos pequenos.
A escola é um espaço importante desta construção, a diversidade de situações onde podemos intervir, mostrando o que é certo ou errado.
Procurei algo que vem de encontro ao que eu considero importante para essa construção e essa reportagem é uma ótima leitura.
http://ensinofundamental.uol.com.br/2017/02/22/principios-eticos-para-criancas/
Minhas atitudes como educadora irá refletir nos meus alunos, e cobro de minhas colegas atitudes que vão ajudar na construção da ética nos pequenos.
A escola é um espaço importante desta construção, a diversidade de situações onde podemos intervir, mostrando o que é certo ou errado.
Procurei algo que vem de encontro ao que eu considero importante para essa construção e essa reportagem é uma ótima leitura.
http://ensinofundamental.uol.com.br/2017/02/22/principios-eticos-para-criancas/
Dossiê de Inclusão
Ao relatar as particularidades da minha escola e como é feita a investigação quando se desconfia que alguma criança pode ter algum tipo de necessidade especiais, tanto na escola quanto no CRAE é feitas entrevistas para saber se há necessidades de atendimento, se os pais devem procurar profissionais para o acompanhamento da criança, até porque para ter um acompanhamento de uma professora para o aluno necessitamos de um laudo.
Mas o que tenho pra relatar é que ao fazer o dossiê lembrei de um menino do maternal I, que vinham relatando um comportamento estranho, ele era muito arredio, não se relacionava com os colegas, muitas vezes, todos envolvidos com uma atividade e ele lá sentado passível a o que acontecia, foi chamada a mãe na escola, relatamos o que vinha acontecendo, da diferença e como de praxe foi encaminhado ao CRAE, a mãe muito atenciosa disse que iria levar e agradeceu.
Desde esse dia o aluno começou a frequentar pouco a escola e logo parou de ir, perguntei a uma outra mãe se ela sabia o que estava acontecendo e ela me disse que eles iriam se mudar.
Resumindo eles não se mudaram, a mãe não levou mais para a escola pra não ter que levar no CRAE, ela não gostou do alerta da escola. Sabemos que ele tem algum problema, e que se fosse diagnosticado ele não teria prejuízos futuros mas a mãe não quis procurar ajuda. Não a condeno pois não é uma situação fácil, mas um dia ela será chamada novamente na escola e iram questioná-la novamente.
Mas o que tenho pra relatar é que ao fazer o dossiê lembrei de um menino do maternal I, que vinham relatando um comportamento estranho, ele era muito arredio, não se relacionava com os colegas, muitas vezes, todos envolvidos com uma atividade e ele lá sentado passível a o que acontecia, foi chamada a mãe na escola, relatamos o que vinha acontecendo, da diferença e como de praxe foi encaminhado ao CRAE, a mãe muito atenciosa disse que iria levar e agradeceu.
Desde esse dia o aluno começou a frequentar pouco a escola e logo parou de ir, perguntei a uma outra mãe se ela sabia o que estava acontecendo e ela me disse que eles iriam se mudar.
Resumindo eles não se mudaram, a mãe não levou mais para a escola pra não ter que levar no CRAE, ela não gostou do alerta da escola. Sabemos que ele tem algum problema, e que se fosse diagnosticado ele não teria prejuízos futuros mas a mãe não quis procurar ajuda. Não a condeno pois não é uma situação fácil, mas um dia ela será chamada novamente na escola e iram questioná-la novamente.
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