Considero que antes de aprofundar meus conhecimentos sobre Libras, quero registrar minha preocupação com a inclusão. Inclusão é uma palavra nova se pensarmos que ao longo da histórias foram muitos erros e absurdos feitos a pessoas com algum tipo de deficiência.
Hoje todos querem ostentar que são inclusivos, muitas instituições colocam rampa para cadeirante mas o balcão de atendimento é alto, outro, é o caminho que tem na calçada para o deficiente visual, na calçada do banco tem mas no resto, ele que se vire.
Longe da escola quais são as obras para que haja inclusão? Mas essa interrogação também serve para a escola. Como ter inclusão sem espaço físico adequado e professores despreparado?
Não haverá inclusão se não tomarmos consciência que todos temos direitos iguais, e precisamos nos adequar para que a exclusão fique no passado.
segunda-feira, 9 de maio de 2016
Quanto tempo tem uma bolha de sabão?
Comprei um frasquinho de bolhas de sabão para meu sobrinho, o Pedro de 4 anos. Ele ficou feliz da vida, foi brincar, me sentei e fiquei observando.
Ele tentou mas não conseguiu, foi lá pedir para o irmão mais velho que fez várias, para a alegria do Pedro. Além das bolhas o João, caçava as bolhinhas e colocava de volta no frasquinho.
Bem lá foi o Pedro fazer as bolhinhas, quando conseguiu, fez uma gritaria, e agora ele queria caçar as bolhinhas como o irmão tinha feito. Depois de algumas tentativas ele conseguiu, fez uma festa, e continuou brincando, agora mirava na janela de meu quarto, e lá iam todas as bolhinhas para dentro do quarto, então começou a fazer bolhinhas e correr para estourar, cansou, sentou na área e agora fazia as bolhinhas e queria colocar uma formiga dentro, não deu certo as bolhas estouravam.
Depois de muito insistir com as formigas, ele jogou a água sobre as formigas.
"_ Afoguei elas".
A brincadeira é isso, quantas possibilidades ele criou com as bolhinhas de sabão. Ele testou, correu, assoprou, pulou, sorriu quando deu certo e brigou quando deu errado.
Essa é a principal função da brincadeira, mostrar as possibilidades da vida. Organizar estas possibilidades faz com que a criança se desenvolva para os próximos desafios, construindo a base para a vida adulta.
Ele tentou mas não conseguiu, foi lá pedir para o irmão mais velho que fez várias, para a alegria do Pedro. Além das bolhas o João, caçava as bolhinhas e colocava de volta no frasquinho.
Bem lá foi o Pedro fazer as bolhinhas, quando conseguiu, fez uma gritaria, e agora ele queria caçar as bolhinhas como o irmão tinha feito. Depois de algumas tentativas ele conseguiu, fez uma festa, e continuou brincando, agora mirava na janela de meu quarto, e lá iam todas as bolhinhas para dentro do quarto, então começou a fazer bolhinhas e correr para estourar, cansou, sentou na área e agora fazia as bolhinhas e queria colocar uma formiga dentro, não deu certo as bolhas estouravam.
Depois de muito insistir com as formigas, ele jogou a água sobre as formigas.
"_ Afoguei elas".
A brincadeira é isso, quantas possibilidades ele criou com as bolhinhas de sabão. Ele testou, correu, assoprou, pulou, sorriu quando deu certo e brigou quando deu errado.
Essa é a principal função da brincadeira, mostrar as possibilidades da vida. Organizar estas possibilidades faz com que a criança se desenvolva para os próximos desafios, construindo a base para a vida adulta.
Musicalidade
Quem de nós da educação infantil, nunca cantou "Guarda- guarda ou Meu lanchinho", são músicas que auxiliam na rotina da escola.
A música sempre fez parte da minha prática pedagógica, posso dizer que não tenho embasamento teórico para afirmar o quanto é importante, mas fiz algumas capacitações onde sempre foi colocado o quanto podemos trabalhar com a música.
Gosto muito de música, tento encontrar músicas diferentes para fugir da mesmice da Galinha Pintadinha.
Esta semana a escola participou de um festival de danças, a música não era infantil, tinha uma letra extensa mas todas as crianças decoraram a letra em poucos dias.
Eu utilizo muito esse recurso, tanto pra ajudar na rotina quanto para as brincadeiras, pra acalmar e em alguns trabalhos em sala de aula.
Meu Lanchinho
Meu lanchinho,meu lanchinho
Vou comer,vou comer
Pra ficar fortinho
Pra ficar fortinho
E crescer,e crescer
Meu lanchinho,meu lanchinho
Vou comer,vou comer
Pra ficar fortinho
Pra ficar fortinho
E crescer,e crescer
A música sempre fez parte da minha prática pedagógica, posso dizer que não tenho embasamento teórico para afirmar o quanto é importante, mas fiz algumas capacitações onde sempre foi colocado o quanto podemos trabalhar com a música.
Gosto muito de música, tento encontrar músicas diferentes para fugir da mesmice da Galinha Pintadinha.
Esta semana a escola participou de um festival de danças, a música não era infantil, tinha uma letra extensa mas todas as crianças decoraram a letra em poucos dias.
Eu utilizo muito esse recurso, tanto pra ajudar na rotina quanto para as brincadeiras, pra acalmar e em alguns trabalhos em sala de aula.
Meu Lanchinho
Meu lanchinho,meu lanchinho
Vou comer,vou comer
Pra ficar fortinho
Pra ficar fortinho
E crescer,e crescer
Meu lanchinho,meu lanchinho
Vou comer,vou comer
Pra ficar fortinho
Pra ficar fortinho
E crescer,e crescer
Dança das cadeiras
É um jogo que a Pré-escola gosta muito, decidi falar um pouco dela pois há vários exemplos de quanto é importante brincar.
É um jogo de regras simples, não pode colocar as mãos na cadeira, não pode empurrar o colega, quem fica sem cadeira quando para a música sai da brincadeira, quem fica por ultimo é quem ganha.
Muitas coisas acontecem: quem fica sem cadeira sai, sai chateado pois perdeu, mas torce por um colega que está brincando. Tem colega que chora quando perde, tem colega que fala: " Vou ganhar na próxima.
Gosto muito da brincadeira, o aluno tem que se superar, prestar atenção, ter agilidade.
Eu tinha dois alunos que choravam muito quando não ganhavam, a frustração faz parte da vida e nos dá consciência de que nem tudo vai dar certo, é um momento de aprendizagem para a vida adulta.
É um jogo de regras simples, não pode colocar as mãos na cadeira, não pode empurrar o colega, quem fica sem cadeira quando para a música sai da brincadeira, quem fica por ultimo é quem ganha.
Muitas coisas acontecem: quem fica sem cadeira sai, sai chateado pois perdeu, mas torce por um colega que está brincando. Tem colega que chora quando perde, tem colega que fala: " Vou ganhar na próxima.
Gosto muito da brincadeira, o aluno tem que se superar, prestar atenção, ter agilidade.
Eu tinha dois alunos que choravam muito quando não ganhavam, a frustração faz parte da vida e nos dá consciência de que nem tudo vai dar certo, é um momento de aprendizagem para a vida adulta.
quinta-feira, 21 de abril de 2016
Juca Pirama
Não sou a pessoa mais adequada para falar de literatura, sempre fugi de livros mais elaborados, sempre tenho um livro em mãos para que um dia se torne um hábito e não uma cobrança, tenho dificuldade em ler, muito disso pelo pouco incentivo escolar, que no mais era, "leia e faça um resumo".
Hoje tento ler no mínimo duas páginas por noite, muito pouco, eu acho, espero melhorar.
A literatura é um momento prazeroso, que hoje sei que ao iniciar minha leitura, me perco no tempo, na história e não penso em mais nada.
Minha ambição literária é ler uma obra como o Poema Indianista Juca Pirama e entender e interpretar, mas me falta coragem.
Por esse motivo com meus alunos tento proporcionar todo tipo de leitura desde panfletos de supermercados a poesias e sempre deixei a caixa de livros ao alcance das mãos, pois acho importante que eles escolham o que vamos ler.
A leitura não pode ser imposta, assim se torna cansativa, tem que haver curiosidade por parte dos alunos, só assim se tornará prazerosa e inesquecível.
Hoje tento ler no mínimo duas páginas por noite, muito pouco, eu acho, espero melhorar.
A literatura é um momento prazeroso, que hoje sei que ao iniciar minha leitura, me perco no tempo, na história e não penso em mais nada.
Minha ambição literária é ler uma obra como o Poema Indianista Juca Pirama e entender e interpretar, mas me falta coragem.
Por esse motivo com meus alunos tento proporcionar todo tipo de leitura desde panfletos de supermercados a poesias e sempre deixei a caixa de livros ao alcance das mãos, pois acho importante que eles escolham o que vamos ler.
A leitura não pode ser imposta, assim se torna cansativa, tem que haver curiosidade por parte dos alunos, só assim se tornará prazerosa e inesquecível.
Este é o meu livro, e estou gostando, e o seu qual é?
sexta-feira, 15 de abril de 2016
Brincadeira e faz de conta! Faz bem.
Quem de nós nunca brincou de pega-paga ou amarelinha, de aulinha ou comidinha?
Toda criança tem direito de brincar, o "brincar" é tão importante para o desenvolvimento da criança como comer bem e ter uma educação de qualidade.
São com as brincadeiras que eles vivenciam os limites, as primeiras decepções, as vitórias, as derrotas, também a interação com outras crianças, criando um vínculo afetivo. Ainda ajudam a desenvolver a coordenação motora e a criatividade.
Não posso dizer que é um assunto novo falar sobre o brincar, pois já havia participado de palestras e seminários onde o assunto foi colocado, então já achava muito importante o brincar livre e os jogos.
Neste semestre não estou em sala de aula, mas vejo que as demais profissionais da escola também se preocupam com as brincadeiras.
Aprofundar o conhecimento sobre ludicidade será muito importante para o crescimento de minhas práticas pedagógicas. A interdisciplina de Ludicicade me remete muito a de Infância neste primeiro momento, e que foi muito prazeroso trabalhar, espero o mesmo de Ludicidade.
quarta-feira, 13 de abril de 2016
Boa Postagem
Vendo a relação de aspectos para uma boa postagem e pensando sobre a auto crítica que tenho que fazer sobre minhas postagens e mais o restante do trabalho, vi que como é difícil julgar quando a postagem é sobre a ideia que se tem de algum assunto, se tinha uma linha de pensamento,não que não se possa mudar de opinião, mas foi o modo que você se expressou, formulou seus pensamentos para escrever.
Depois penso também como é penoso criticar ou avaliar, uma postagem que não é sua, neste caso fico preocupada se o que entendi é exatamente a ideia de quem escreveu.
Pois bem me recordo de quando trabalhei com uma turma de 4ª série, as redações feitas pelos alunos.
Ao pegar algumas redações para corrigir, não só a ortografia, algumas no meu entendimento não eram coerentes, muitas vezes o aluno tinha que refazer. Fazendo o trabalho das postagens , me senti culpada por não ter me preocupado sobre a ideia que o aluno tinha em relação a redação.
Na correria do dia dia escolar muitas vezes perdemos a sensibilidade de entender o que o aluno quis dizer em um trabalho e sem pensar muito criticamos e avaliamos incorretamente, com esse trabalho espero me preocupar mais em saber qual era a ideia de cada um.
Depois penso também como é penoso criticar ou avaliar, uma postagem que não é sua, neste caso fico preocupada se o que entendi é exatamente a ideia de quem escreveu.
Pois bem me recordo de quando trabalhei com uma turma de 4ª série, as redações feitas pelos alunos.
Ao pegar algumas redações para corrigir, não só a ortografia, algumas no meu entendimento não eram coerentes, muitas vezes o aluno tinha que refazer. Fazendo o trabalho das postagens , me senti culpada por não ter me preocupado sobre a ideia que o aluno tinha em relação a redação.
Na correria do dia dia escolar muitas vezes perdemos a sensibilidade de entender o que o aluno quis dizer em um trabalho e sem pensar muito criticamos e avaliamos incorretamente, com esse trabalho espero me preocupar mais em saber qual era a ideia de cada um.
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